25.3.19

{ Atelier Nespresso } Beber o mundo numa chávena de café com o chef Kiko Martins

Atelier Nespresso, Chef Kiko Martins

Percorre-se o planeta, de país em país, em busca de novas visões dos sabores e aromas que povoam o prato. Como na comida, também o café tem no lugar e nas pessoas que o produzem a sua essência. Depois, é quem o bebe que escreve novo capítulo na historia desta viagem. À boleia de chávenas deste precioso líquido, cabe ao chef Kiko Martins abrir as portas de mais um Atelier Nespresso e levar-nos a beber o mundo.

Da Indonésia à Índia, com passagem pela Colômbia, um saltinho à Nicarágua e uma visita à Etiópia, os cafés master origin oferecem entre si tantas diferenças como o solo, os métodos e a história que contam de cada vez que chegam à nossa chávena. A viagem dos sentidos é igualmente um périplo pela geografia de um produto que cresce apenas na pequena faixa em torno da linha do equador que divide o hemisfério norte do hemisfério sul mas atravessa múltiplos continentes.

Atelier Nespresso, Chef Kiko Martins
Atelier Nespresso, Chef Kiko Martins



A proposta feita pelo chef Kiko Martins desenrola-se num menu cujos pratos mudam com "armas e bagagens" de país em país consoante o café que serve de inspiração a cada um. O primeiro momento acontece na Colômbia e copo que normalmente traz café vem desta vez com um Consommé de cogumelos e café, quente e repleto de sabor. Parte do grupo de snacks que iniciam a refeição há nova viagem até à Etiópia numa Salada de broccolini com amêndoas torradas e vinagrete de café Nespresso Master Origin Ethiopia, com todas as texturas a combinar entre si num conjunto simples. O último dos três momentos que compõem as entradas vem da Indonésia, sob a forma de um Satay de galinha, Pani puri recheado com manga e temperado com cominhos e malagueta. Talvez o mais surpreendente dos pratos pela inusitada adição de café, que casa bem com a espetada e potencia a presença do amendoim. Uma delícia!

Atelier Nespresso, Chef Kiko Martins

Já no prato principal e com a Nicarágua como ponto de partida, chega à mesa o único prato sem café. A ideia surge a partir da textura da carne seca, embora aqui se utilize um estufado para conseguir uma consistência mais suave. Novilho sobre folha de bananeira, com puré de feijão, arroz tufado e Pico de Gallo é penado pelo chef Kiko Martins para reforçar a condição de viajante que cada um aceitou assim se sentou à mesa. Por mim, sinto-me em longitudes e latitudes distintas a cada explicação que antecede o prato e totalmente imersa na narrativa à primeira garfada.

Com a sobremesa, o convite é para ir até à Índia. Diz o chef que será um caril doce, interpretação sua das celebrações de cor e pó que caracterizam o país a que chegámos. Trata-se na verdade de um Bolo de coco com creme de caril, líchias e manga picante que ganha o coração até dos mais reticentes viajantes. É também o prato mais bonito do atelier e aquele que memórias mais fortes criará entre quem embarcou nesta aventura de provar o mundo a partir dos diferentes cafés.

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