
Na longa lista de receitas a experimentar, ideias mais ou menos vagas sobre um ingrediente ou uma técnica e pratos memoráveis a recriar têm estado há largos os falafel. Estes bolinhos pequenos e deliciosos são uma espécie de croquetes dourados, estaladiços por fora e macios por dentro que fazem parte da herança gastronómica do Médio-Oriente. Normalmente feitos com grão triturado e especiarias, são fritos e comidos como parte de uma refeição ou transformados em comida de rua, dentro de pães espalmados, com vegetais e hummus.
A versão fácil e saudável de falafel que faz parte da minha lista é a que invariavelmente peço quando em Londres entro numa Leon, a cadeia de fast food natural, que os serve com arroz integral, molho de iogurte e salada de couve. De colheres em riste e pronta a moldar falafel, eis que se faz o jantar (e o almoço do dia seguinte).

A pensar nessa abordagem equilibrada e cheia de sabor, é a batata-doce que faz as vezes do grão o que resulta em bolinhos húmidos no interior com uma boa crosta, prontos em 15 minutos na Actifry. Para servi-los, um cuscuz simples com passas, beterraba assada e coentros e uma salada verde.
Esta quantidade de massa faz um número considerável de falafel mas vale a pena fazer a receita completa. Pode ser guardada no frigorífico por 24 horas e os bolinhos também são excelentes frios. A marmita com os restos do jantar fez um almoço feliz para o dia seguinte, com um pequeno boião de molho de iogurte à parte.



