
Ouro, mirra e incenso. Presentes dignos de um rei. São as oferendas dos três reis magos que fazem parte do nosso imaginário e se relembram a cada Natal, assim começam a aparecer as figurinhas do presépio ou as representações deste marco da história cristã.
Em forma de bolo se simbolizam também desejos de espiritualidade e imortalidade invocando o espírito do tempo e a celebração do nascimento. Não há Natal sem bolo-rei. Amado por muitos, este é o bolo que nunca falta na mesa da consoada. Cá em casa nasceu das mãos do padeiro de serviço e recebeu um recheio e cobertura simplificados.

Houve um tempo em que eu não gostava de frutas cristalizadas. Culpo o excesso de açúcar e a fraca qualidade dos exemplares da altura. Hoje descubro nesta forma de preservar fruta muito mais graça. E não fico indiferente às cores bonitas essenciais à decoração do bolo-rei. Neste caso apenas cerejas e figos, porque são os nossos preferidos e têm as cores do Natal. A massa, essa, tem apenas amêndoas e passas e os sabores fortes da espelta integral e da cerveja preta. Para fazer desta quadra um tempo ainda mais doce.
Boas festas!














































