Em torno de um tacho largo, encontram-se uma infinidade de ingredientes que poucas vezes se cruzam. Uma espécie de encontro das nações entre carne e peixe, leguminosas e vegetais ou as infindáveis especiarias e o arroz. Uma mistura (quase) explosiva. Cá em casa, sinónimo de uma cozinha na vizinhança e a forma sempre certa de viajar até Espanha.
A minha paella é uma versão mais ou menos costumizada de um prato cuja história lhe permite acrescentar quase tudo o que houver à mão. Sem tomate, com ervilhas e frango. Sem mexilhões mas a piscar o olho ao marisco. Com a mais linda cor a açafrão.
Um tacho para 6, a família em torno da mesa e uma espécie de celebração atrasada de aniversário. Todas as desculpas servem.