Do caminho de plátanos que conduz à Quinta da Pacheca vê-se as barricas gigantes nas vinhas, que se estendem até às margens do Rio Douro, cumprindo a geografia única da região. Ao formar socalcos, a paisagem desenha-se em patamares que acolhem muitas castas tradicionais que desde tempos longínquos dão corpo à cultura do vinho do Porto e, mais recentemente, dos vinhos do Douro.
Este é um território mágico onde se entra com muitas expectativas e se sai sempre com a certeza de ter vivido algo único. Seja as margens do rio, as encostas vinhateiras ou a beleza da quinta, há na Pacheca uma promessa de dias felizes que não deixa de surpreender quem por cá passa.
Situada na aldeia de Cambres, a Quinta da Pacheca vê o seu nome surgir a partir do legado da proprietária D. Mariana Pacheco Pereira, mulher forte conhecida como "a Pacheca". Herdeira de uma história secular, a presença na propriedade de um dos marcos pombalinos da primeira demarcação do Douro consolida (em meados do século XVIII) uma cultura vitivinícola, que culmina em 1977 com o engarrafamento de vinhos da região sob marca própria, em que a quinta é pioneira.
Hoje, também uma referência em enoturismo, as suas propostas desenham-se no compromisso entre a herança ancestral e uma visão vanguardista da nova relação com a cultura do vinho: desde as icónicas suites em barricas gigantes aos ateliers de pintura com vinho, os programas das vindimas disponíveis todo o mês de Setembro e provas personalizadas que permitem explorar os seus vinhos num encontro entre o legado do passado e a promessa de uma cultura do vinho de futuro.

















